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Diga não aos “sucos” de caixinha!

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Parece saudável. Parece...

Parece saudável. Parece…

 

Prático, rápido, refrescante e “saboroso”. Talvez sejam esses os adjetivos que as pessoas usam ao se referir aos sucos de caixinhas, chamado também néctar de fruta.

Não vou mentir, já consumi muito esses sucos, principalmente os lights. Mas, da mesma forma que tenho minhas reservas às polpas de frutas, refleti sobre esses suquinhos e os excluí da minha lista de mercado.

Se estou sendo radical? Vamos lá.

Um teste realizado pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) mostra que nem todo néctar de fruta de caixinha vendido nos supermercados possui a quantidade de polpa ou suco exigida por lei.

O instituto analisou 31 amostras de néctares de sete marcas: Activia, Camp, Dafruta, Dell Vale, Fruthos, Maguary e Sufresh, em diferentes sabores, para verificar se os produtos cumprem os principais requisitos exigidos pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

Todas as amostras foram aprovadas na maioria dos quesitos técnicos, como acidez total. Porém, no que diz respeito à quantidade de fruta, 10 produtos (ou 32% das amostras) foram reprovados em relação ao teor de polpa ou suco de fruta exigido pela legislação. Segundo a norma atualmente em vigor, o percentual mínimo de fruta varia de 20% a 40%, dependendo do sabor do néctar.

Para ser chamada de “suco”, a bebida deve ser composta praticamente só de fruta (e de água, em alguns casos) e não pode conter substâncias “estranhas”; já o néctar, além de apresentar só uma parcela de fruta, ainda contém açúcar e aditivos químicos, como corantes e antioxidantes.

O instituto também chama atenção para a grande quantidade de açúcar presente nessas bebidas.

No caso de açúcar, a presença de até 5 g/100 g é avaliado como verde (baixo teor); entre 5,1 e 12,4 g/100 é amarelo (médio teor) e 12,5 g/ 100 g é vermelho (alto teor).

O teste identificou a quantidade de “açúcares totais”, o que inclui o açúcar da própria fruta e o adicionado pelo fabricante. Todas as bebidas avaliadas apresentam concentração média ou alta de açúcar, de acordo com os critérios do semáforo nutricional.

Como o consumo excessivo de bebidas industrializadas açucaradas é um dos fatores responsáveis pelo aumento de casos de obesidade e de outras doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, não seria melhor optar pela boa e velha fruta?

É bom estarmos atentos ao lobo em pele de cordeiro que sempre nos aparece. A indústria quer sempre vender e vender e, às vezes, sempre acabamos nos iludindo e as consequências no futuro podem ser piores.

Lembre-se, amanhã você será consequência de suas escolhas hoje. Optemos pelo que, de fato, nos edifica e não o contrário. Voltemos a olhar para o natural com bons olhos, por uma saúde e vida melhores. Na correria do dia a dia, tenha sempre uma fruta na bolsa e hidrate-se com água ou suco NATURAL, DA FRUTA!

 

Até mais e que não nos reste gordura localizadas.

 

*Pesquisa retirada do UOL SAÚDE

 

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“Esta balança está querendo me destruir”

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Você, às vezes, tem essa impressão?

 

Quando iniciamos uma dieta todo dia corremos para balança. É meio que um condicionamento, pois queremos resultados instantâneos e beeeeeem visíveis.

O (A) leitor (a) do meu blog não pensa assim, não é mesmo? Afinal de contas, o que interessa a nós é a saúde e mudança de hábito. Os resultados serão consequência das escolhas que fazemos.

Isso é sério! Vejo na academia as pessoas saírem do treino e irem para a balança. Dependendo dele, o peso pode ter subido ou descido, mas não significa, necessariamente, que você emagreceu. Pode ter sido perda de líquido (aeróbio) ou músculo contraído (musculação).

Aprendi uma coisa com minha nutricionista, em 2004: “Marcio, sua balança deve ser o espelho”. Calma, pessoas, nada de viver o narcisismo e o estádio de espelho de Freud. Já ouviram falar sobre? Tem curiosidade? Clique aqui.

Autoestima é bom, mas bom senso é essencial, tá?

A partir dessa consulta, esqueci a balança, passei a considerar como me via no espelho e as roupas, até chegar ao nível de exigência: estou bem. Acredito que, no mundo de hoje, mudança de hábito é também um trabalho psicológico. Pois nossa cabecinha às vezes acaba modificando uma realidade e nos levando a obsessão (anorexia, bulimia, vigorexia), o que se torna patológico.

Deve-se compreender que não devemos ficar escravos de uma balança. Não é o que está lá mostrado que vai me fazer me sentir melhor ou não, mas a minha rotina, o meu dia a dia. Por isso, esqueçamos a balança, façamos as escolhas sem pensar em tempo. Abortemos essa brevidade e fugacidade. Você vai emagrecer, vai ganhar massa magra, tudo vai depender do seu empenho, dedicação e satisfação com seu novo estilo de vida. Pode levar dias, meses ou até anos, mas com certeza essa escolha certa nos fará ter muitos anos pela frente.

Jogue sua balança fora, foque no que você ingere, que seja correto, e na prática de exercício. De resto, teu corpo irá sinalizar, no espelho e nas roupas que você tem conseguido alcançar seu objetivo. E, claro, as amigas e amigos que ficarão com a cara na BR ao te vê bem, com a pele maravilhosa, o cabelo bom, o humor lá em cima e otras cositas más também em cima. Afinal de contas, todos nós gostamos de um elogio, fala a verdade?

Até a próxima e que nunca mais nos reste gordura localizada

Dieta ou Regime, e agora?

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O seu objetivo, antes de tudo, deve ser qualidade de vida

É comum as pessoas usarem os termos “estou de dieta” ou “estou de regime”. Mas o que, de fato, significa uma coisa e outra? Fomos investigar e descobrimos que há diferença semântica bastante significativa entre os dois termos.

Porém, antes de chegar a ela, e isso tratarei em outra postagem, independente do seu objetivo, alimentar-se deve ser prazeroso. E por isso trouxe a imagem acima. Desmitificar essa sensação de “dor” é o primeiro caminho para que os resultados sejam visíveis e não se tornem passageiros.

Fechado o parêntese, voltemos a diferença semântica entre Dieta e Regime.

Dieta:

“Trata-se de uma mudança nos hábitos alimentares, que ensina um modo de se alimentar corretamente e de acordo com as necessidades do corpo. Dietas alimentares levam em conta múltiplos fatores e visam uma alimentação mais balanceada para a pessoa. Os resultados podem ir desde a perda de peso até mesmo ao controle de diabetes ou pressão alta. Dietas também podem ser feitas para ganho de peso, dependendo do caso”. (Fonte: Master Health)

Isso quer dizer que dieta é a adoção de um estilo de vida e que não tem objetivos a curto prazo. Mas a melhoria da saúde. Por exemplo, um diabético não faz regime, ele tem uma dieta específica que compreende o seu hábito de vida, menos doce, fritura, massa e etc.

Regime: 

Já o regime consiste em uma restrição através da qual se persegue um resultado em curto prazo e nem sempre se leva em conta a saúde do corpo. O regime restringe a ingestão de diversos alimentos, visando perda de peso rápida. Depois de um período de tempo, entretanto, pode ocasionar o famoso efeito sanfona, no qual a pessoa recupera o peso perdido e pode ganhar até mais. Restringir o consumo de determinadas substâncias presentes nos alimentos pode levar a graves problemas de saúde, como a anemia.

Esse deve ser o nosso objetivo. Os resultados são consequência.

Ficou claro? Regime nunca funciona e, no geral, acaba sendo restrição drástica, dolorosa e que não se tornará um hábito. É preciso compreender que essas promessas de perda de peso, milhões deles em uma semana, a famosa dieta do chá, da sopa, da água, seja lá o que for, nos deixa fracos e mau humorados. Quando o corpo pede um alimento, corremos para um fastfood, depois ficamos com senso de culpa e desregula tudo. Por isso, fuja dos regimes e das promessas de perda de peso rápido. A vida é longa e a mudança de hábito deve ser para uma dieta que nos faça melhor, nos torne melhor e a perda de peso e etc se tornem secundárias. Pois o resultado virá, mas o melhor deles é compreender que você tem feito a opção pela sua saúde, para viver melhor. Com essa mentalidade, você um dia ou outro poderá comer uma fatia de bolo que você tanto ama, ir àquele happyhour, tudo sem exagero, com moderação e equilíbrio. E o principal: comendo bem e vivendo melhor.

Fico por aqui. Até mais e que não nos reste gordura localizada. 

Preciso fazer uma dieta. E agora?

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Ai, que dúvida. E agora, em qual vou?

Você já contabilizou quantas vezes você adiou sua dieta para a próxima segunda, o início do próximo mês ou início do ano? Bem, não sei se existe alguma estatística que revele qual o percentual de homens e mulheres que pensaram, por um instante, mudar seus hábitos de vida. Porém, na hora H, aquele happy hour, as baladinhas, a comida da mamãe e da vovó, o churrasco com os amigos só nos fizeram pensar: “ahhh, deixa pra próxima semana, né?”.

Não é fácil, reconheço. As tentações são imensas. Ainda mais na época de hoje, que mal temos tempo para comer em casa. São fastfoods, lanches, congelados, tanto “lixo gastronômico” a solta no mercado, que acaba se tornando uma concorrência bem desleal. Mas você pode pergunta: E agora, Marcio? Como lidar com essas intempéries?

Como diz minha nutricionista, eu sou disciplinado, determinado e focado. Eu não diria, torne-se um Marcio. Não precisa tanto, mas você precisa, a priori, pensar o que realmente importa para você. Se é subir dois degraus e ficar ofegante, tirar uma foto e pedir ao colega que deixe você toda (o) trabalhada (o) no photoshop, andar 100m e sentir o coração palpitar, provar uma calça 46 e pensar: “uau, essa loja tem a forma beeeeem grande, né? Na loja vizinha eu provei uma 38”. Ehhh, só esqueceu de reconhecer que provou, mas a peça nem passou do joelho. Mas, enfim. Ou o que importa é ter qualidade de vida.

Ter qualidade de vida não é ser magro, marombado, 5% de gordura corporal. O estético é consequência da atividade física somada à alimentação adequada. Qualidade de vida é sentir-se bem. É poder se olhar e ser feliz com o que é refletido, é comer uma comida e sentir-se leve, saber que você estará ingerindo nutrientes que vão ajudar no melhor funcionamento do corpo, evitarão doenças, melhorarão teu humor, dar-te-ão disposição, deixarão tua pele e cabelo melhores e, o principal, elevarão sua auto-estima para mais alta que o Burj Khalifa:

Maior prédio do mundo, com mais de 800m de altura. Fica em Dubai e é cerca de 120m maior que o Corcovado, onde fica o Cristo, no Rio de Janeiro.

Eu afirmo, é possível sim. Tenho descoberto diversas opções de alimentação, combinações de nutrientes e ingredientes que têm revolucionado a minha vida. E sei que vai revolucionar a sua também. Pratos bem elaborados, extremamente saborosos e que não deixam a desejar a nada que o mercado do “lixo gastronômico” oferece. Aliados, claro, a uma prática esportiva. Receita de sucesso. Nos próximos posts vou trazer muitas coisas legais. Dicas, sugestões, receitas, indicações. TUDO que eu encontrar e ver que é bom e vale à pena divulgar para pessoas que estão determinadas a se alimentarem mais saudavelmente.

Topa o desafio? Então, estamos juntos nessa.

Para começar, posso sugerir uma dica simples e bastante eficiente?

Anos atrás quando eu comecei minha primeira dieta, eu li esse livro: Emagreça Comendo – Lair Ribeiro.

É muito bom! Ele é psicológico e mostra como você conter compulsão alimentar e reeducar sua alimentação, tendo controle sobre o que você leva à boca. Tudo pela neurolinguística. Calma, o termo assusta, mas a leitura é agradável e te faz refletir. Clica aqui e baixa o livro. JÁ!

Saudações e que nunca nos sobrem gorduras localizadas!