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Ovo de páscoa? SIM!!!!

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Este ovo existe, é saudável e zero açúcar, zero lactose e zero glúten

Quem disse que quem leva uma vida saudável não pode se dar ao prazer de saborear certos mimos?

Ainda bem que a gastronomia para pessoas que optam por uma vida saudável, sem gordura, lactose, açúcar, gordura e afins tem crescido. A gente inventa e reinventa. SEMPRE! Para sobreviver e sobreviver bem, vamos à cozinha e pomos nossa sensibilidade em prática. Trocamos ingredientes, testamos aqui, testamos ali e vamos aprimorando diariamente.

Talvez você seja uma pessoa como eu, não come doce, fritura, gordura e afins. O que fazer na páscoa? Celebraremos a data sem um de seus principais símbolos, o ovo de páscoa?

CLARO QUE NÃO.

Quero socializar com vocês duas ótimas opções de chocolates saborosos, mas beeeeeem diferente dos vendidos nas prateleiras dos supermercados. Tratam-se de receitas caseiras, PORÉM SABOROSAS. Não precisamos nos preocupar com as informações nutricionais. São saudabilíssimos. Zero açúcar, zero lactose e zero glúten. Vamos ser felizes? Ainda dá tempo de encomendar o seu. Seguem os link e se deliciem com esses ovos fitness que enchem nossos olhos e nossa vontade de um bom chocolate: Chocofitness e Saborfit

Porque é aqui, compartilhamos vida saudável.

Fico por aqui. E que não nos sobre gorduras localizadas, NUNCA!

Gosto de chocolate, cor de chocolate, cara de chocolate, mas é Alfarroba

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Todos “grita”: QUEREMOS ALFARROBA

“Alfarroba, que diacho é isso?”, tenho certeza que essa pergunta passou pela sua cabeça. Mas fique tranquilo, tratando-se de mim, com com certeza é uma boa notícia a nós que amamos tudo que é saboroso é faz bem. Apresento-vos a Alfarroba.

A alfarrobeira é uma árvore de folha perene, originária da região mediterrânica que atinge cerca de 10 a 20 m de altura, cujo fruto é a alfarroba. Também é designada pelos nomes vulgares de figueira-de-pitágoras e figueira-do-egipto. Esta é ela:

Alfarrobeira

O pó da Alfarroba tem sido muito usado em substituto ao cacau, matéria prima do chocolate. Só para termos uma ideia das propriedades dela, enquanto o cacau possui até 23% de gordura e 5% de açúcar, a alfarroba possui 0,7% de gordura e um alto teor de açúcares naturais (sacarose, glicose e frutose), em torno de 38 a 45%.

A alfarroba é um alimento saudável e de elevado valor nutritivo. Contém vitamina B1- colaboradora para o bom funcionamento do sistema nervoso, músculos, coração e melhora na atitude mental e o raciocínio – tanto quanto o aspargo ou morango, a mesma quantidade de niacina (mantém a boa condição da pele) do feijão fava, lentilha e ervilha, e mais vitamina A, que é essencial para o crescimento dos ossos e dentes, vitalidade da pele e saúde da visão, do que a berinjela, o aspargo e a beterraba. Possui ainda alto teor de vitamina B2 (responsável por extrair energia de gorduras, proteínas e carboidratos no nosso corpo), cálcio, magnésio e ferro, bem como um correto balanceamento de potássio e sódio.

Embora apresente um alto teor de açúcares possui um baixo conteúdo calórico devido à quantidade quase imperceptível de lipídeos (gorduras) e alta quantidade de fibras naturais.

Estudo recentes mostraram que a alfarroba não contém glúten e possui potencial antioxidante muito elevado, semelhante ao do azeite e superior ao do vinho, o que leva os investigadores a acreditarem que os compomentes do fruto pode ser úteis no combate aos radicais livres e doenças crônicos-degenerativas.
Também reduz efetivamente a assimilação da ingestão diária do excesso de colesterol, devido ao seu teor e qualidade das fibras. Seu poder na redução do colesterol do sangue é o dobro de outras fibras. A alfarroba sai na frente do cacau por não conter glúten, cafeína e lactose.
Aquela imagem primeira é de um “chocolate”, com banana. É incrível. Comi, curti, aprovo e recomendo. Por não ter leite, glúten e menos açúcar, torna-se bem mais saudável que um chocolate. Agora, já sabe, quando bater a vontade de comer um, opte pela Alfarroba. Veja as informações nutricionais dele:
Bom, né?
Bem, fico por aqui e já sabem: que não nos reste gordura localizada any more. FUI…
Fonte: Mundo Alfarroba

Alimento funcional. Mas o que é isso?

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A gente ouve, ouve, muitas vezes até reproduz, mas não tem a mínima ideia do que se trata um alimento funcional.

Então, vamos entrar um pouco em definições científicas para entendermos o que se trata algo funcional? As ciências sociais, especificamente na sociologia e na antropologia sociocultural, o funcionalismo (também chamado análise funcional) é uma filosofia sociológica que originalmente tenta explicar as instituições sociais como meios coletivos de satisfazer necessidades biológicas individuais. 

Sendo assim, os Alimentos funcionais são aqueles alimentos ou ingredientes que, além das funções nutricionais básicas, quando consumidos como parte da dieta usual, produzem efeitos metabólicos, fisiológicos e/ou benéficos à saúde. Eles devem ser seguros para consumo sem supervisão médica e  sua eficácia e segurança devem ser asseguradas por estudos científicos.

Trata-se de um alimento natural ou enriquecido com aditivos alimentares como – entre outros – vitaminas, minerais dietéticos, culturas bacterianas, Ômega 3, antocianinas, carboidratos – fibras (como probiótico, prebióticos, etc.) que possam contribuir para a manutenção da saúde e redução do risco de doenças.

No Brasil, são vários os produtos que tentam agregar um valor nutricional maior aos alimentos. Já está sendo produzindo, em caráter experimental, um amido de milho que agrega aveia, cevada, arroz e milho, vitaminas e ferro. Algumas marcas de leite incluem em sua composição o ferro, que ajuda no tratamento da anemia, principalmente entre crianças e idosos, além de várias vitaminas com funções diversas e até um ácido chamado ômega-3, que ajuda no controle do colesterol prevenindo doenças cardiovasculares.

Para se beneficiar dos alimentos funcionais é necessário que o seu consumo seja regular, pois esses alimentos funcionam somente quando fazem parte de uma dieta equilibrada. Ou seja, se a pessoa estiver utilizando um alimento para o controle do colesterol, ela terá resultados positivos apenas se associá-lo a uma dieta pobre em gordura saturada e colesterol.

Vou mencionar alguns: as sementes (quinoa, chia, aveia, amaranto, linhaça), probioticos (iogurtes zero, desnatados), integrais são alguns alimentos ajudam seu organismo a funcionar melhor, trazendo benefícios a sua saúde. Agora você já sabe, quando falarem de Alimento Funcional, engloba tudo que ajuda a fazer seu organismo a funcionar melhor e te proporcionar mais saúde e qualidade de vida.

Bem, fico por aqui e já sabe: que não nos resto gordura localizada any more. FUI…

Fonte: Vale Mais Alimentos

O marketing dos alimentos livres de gorduras trans

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Puro marketing

A onda de alimentação saudável é sempre uma faca de dois gumes. E o marketing é cruel e acaba fazendo com que caiamos em pegadinhas do tipo: alimento livre de gordura trans. E o legal é que fica bem destacado nas embalagens e nós achamos que estamos fazendo um bom negócio, mas será?

Quem ler este blog não será mais enganado com essas publicidades que, insisto, são um desserviço no quesito nutrição e saúde. De fato, devemos estar atentos aos componentes dos alimentos contidos nas informações nutricionais. Dentre as gorduras compostas dos alimentos, devemos rejeitar aqueles que contêm muita gordura saturada e trans, as prejudiciais a nossa saúde.

Mas você podem me indagar: “por que, então, Marcio, alimentos livres de gorduras trans são puro marketing?”

Caros meus, o que você devem entender é o conjunto da obra. Se o alimento é livre de gordura trans, mas tem quantidades altamente significativas de gordura saturada, sódio, colesterol e açúcar, você, realmente, acha que está fazendo um bom negócio?

Cuidado, o tiro pode sair pela culatra e a indústria alimentícia mais a área de marketing não querem saber do seu bem-estar, mas que você ache que está fazendo uma boa escolha, escolha essa mascarada. Atentem não apenas ao “milagre” de 0% de trans, mas quanto tem de gordura saturada, açúcar, sódio e colesterol nos alimentos.

E já sabem, que não nos reste gordura localizada any more. FUI…

A água que você toma é boa?

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Água ideal, existe?

Vocês devem achar que estou devaneando, né? Mas nem tô, viu? Sabe o que sucede, vou explicar.

As pessoas acham que água por si só basta. Tudo bem, pode até ser, mas ás águas comercializadas hoje, os processos de purificação delas podem acarretar em algumas alterações químicas que fazem com que elas percam um pouco na sua composição.

Uma coisa todos os especialistas concordam, existe sim um tipo de água que é considerada, pela sua composição, a ideal para bebermos. Calma, se você não toma a água ideal não precisa dizer que está #chatiado e vai tomar só coca. Vamos entender para que fiquemos mais espertos e façamos, apenas, as escolhas certas. Informação nunca é demais.

Uma das primeiras coisas que deveria ser observada é o pH da água, que deve ser acima de 7, pois nosso corpo tem pH em torno de 7.4, então se consumimos água com pH inferior, não nos mantemos alcalinos e sim com hiperacidez orgânica. Em um ambiente ácido é muito mais fácil o desenvolvimento de doenças.

Há o fator do sódio também, muitas delas têm muito sódio e vocês sabem que não é legal, né? Causa retenção de líquido e muitos outros probleminhas de saúde. Tomar água da torneira também não é legal. Além de não ter certeza se o pH é o ideal, também acaba consumindo quantidades consideráveis de cloro, já que este auxilia na eliminação de bactérias, porém maléfico para a saúde humana. Além disso, tem pouca quantidade de minerais que são importantes para a manutenção de um organismo saudável.

E quanto à água mineral engarrafada? De acordo com a Nutricionista Vera Lúcia Moratelli, além de ter concentração reduzida de minerais, o que é semelhante a água da torneira, ainda tem o fato de estar acondicionada em recipiente plástico e certamente no transporte ter sido submetida a temperaturas altas, fazendo com que o recipiente libere na água produtos tóxicos, como bisfenol, dioxina e o xenoestrógenos, que são alguns dos responsáveis pelo desenvolvimento de câncer, como de próstata, mama e também por disfunções da tireoide.

E agora, estamos ferrados, não beberemos mais água? Calma gente… Ainda de acordo com Moratelli, tomemos água filtrada. O melhor filtro é aquele que garante a purificação da água (eliminação de bactérias através da presença de prata coloidal e de metais pesados através do carvão ativado), que tenha quantidade considerável de micronutrientes (entre eles o magnésio, fundamental para o bom funcionamento intestinal, contração muscular, unhas fortes etc.) e tenha pH superior a 7, garantindo alcalinidade.

Agora já sabem. Fiquem espertinhos nas águas consumidas.

Fico por aqui e que não nos reste gordura localizada.

“Queria ir à nutricionista, mas não tenho dinheiro”

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Acompanhamento nutricional é sempre recomendado

 

Eu fico passado quando estou na fila do caixa rápido dos supermercados e vejo revistas como esta:

 

Dieta da sopa? Fala sério!

É simples, né? Aparentemente, sim. Tomamos só sopa, ou só suco, ou só água ou, ou e ou e emagrecemos e todos ficamos lindos, gostosos e zero gordura. Mas será? Eu não vou entrar no mérito de falar dos riscos e consequências dessas dietas, né? As pessoas enjoam, depois engordam até o dobro e tantos outros problemas que vocês já sabem bem.

Esse tipo de jornalismo, a meu ver, é um desserviço. E acredito que o Conselho Federal de Nutrição deveria intervir pois considero ser grave essa forma de comercializar dieta. Por isso, ATENTEM.

O ideal, e recomendo, é que você busque um nutricionista. Nem nutrólogo ou endócrino recomendo. Pois o nutricionista que manipula bem os alimentos. Nutrólogo é prático demais pro meu gosto. Endócrino, então, nem se fala.

De fato, muitas pessoas não têm plano de saúde, alguns não cobrem nutricionista ou não podem pagar uma consulta particular. Então para ajudar vocês, quero que entendam que o segredo está em saber o que comer. O que farei aqui não é fazer um cardápio para ninguém, mas dá uns toques de quem sempre foi muito bem orientado. Agradeço a maravilhosa nutricionista Carla Quintela, do SESI em Maceió, que me ensinou tudo.

Vamos lá.

O princípio básico da alimentação saudável e para emagrecimento é fazer as combinações certas. Nossa alimentação deve conter três grupos alimentares SEMPRE: Construtores (proteína), Energéticos (Carboidratos) e Reguladores (Frutas e Legumes).

 Entendido isso, o ideal era conter sempre um grupo de Construtor, um de Energético e diversificar os Reguladores. Mas vocês podem questionar: “Marcio, não gosto de nada integral, nem desnatados, soja e etc”.

Eu respondo: ok!

O que é necessário entender é que os alimentos mais saudáveis ajudam a fazer o organismo funcionar melhor. Se a tua ideia é emagrecer, você deve começar a dieta diminuindo as quantidades (ex.: se você come 2 pães no desjejum, coma 1 e meio, até chegar a 1; se você usa uma colher de margarina, vai diminuindo até por o mínimo que puder. Com essas medidas, você ingerirá menos comida, emagrecerá e comerá o necessário).

Vamos considerá uma dieta sem nada integral, porque apesar de recomendar e sugerir muitos não simpatizam muito.

Desjejum:

Tente reduzir a quantidade de pão, aos poucos, para uma unidade. Reduza ao máximo manteiga e/ou margarina. Opte apenas por um carboidrato, ou o pão ou o bolo ou o cereal. Coma uma fruta ou tome suco de fruta natural. Nada dos de caixinha. Coma queijo (tente reduzir até uma fatia fina, assim como o presunto). Ao invés de tomar só o leite integral, tome café com leite ou cappuccino.  Sendo assim, iniciando semanalmente as reduções e seguindo as categorias necessárias na dieta, este deverá ser o seu desjejum ideal:

1 pão francês, uma fatia de queijo, uma fatia de presunto, uma fruta e café com leite (pode fazer suco com leite, ou trocar o leite por um iogurte). Diminua o açúcar, tente adoçar com mel ou adoçante de Sucralose. Com o tempo, acrescente cereal integral, aveia no iogurte ou vitamina. Faz bem e é saudável). Sua meta é ir reduzindo seu desjejum até esse limite. Seu corpo se acostumará com a quantidade.

Lanche:

Muitos não tem o hábito, mas deve realizá-lo. Coma um chocolate, tipo um sonho de valsa. Ou uma fruta, uma barra de cereal, um clube social ou 4 biscoitos água e sal ou uma fatia de bolo simples.

Almoço:

A maioria aqui come na rua, PERIGO. Calma, o processo é o mesmo do desjejum. Tenta iniciar reduzindo as quantidades de tudo que você come. O ideal é ter um só carboidrato (batata frita ou arroz ou macarrão ou macaxeira/polenta frita + feijão). Vai tentando reduzir até alcançar 3 colheres de arroz e uma concha de feijão.

Tenta reduzir a um bife de carne ou frango.

E tenta abusar nos legumes. Se você só gosta de um, abusa dele. Tenta ir acrescentando, aos poucos, outros. Para ir se adaptando.

E coma uma fruta.

Lanche:

O mesmo esquema do lanche anterior.

Jantar:

Não recomendo comer arroz e feijão à noite, muito menos macarrão. Mas se você não conseguir viver sem, ao menos vá reduzindo até 1 colher e meia de arroz e meia concha de feijão. Abuse nos legumes, salada e coma uma fruta.

COMA A FRUTA  E LEGUMES ANTES, ASSIM VOCÊ COME MENOS OS OUTROS GRUPOS. 

Ceia:

Se não come nada, tudo bem. Caso coma, o esquema é reduzir ao máximo, de preferencia tome um suco de fruta ou uma vitamina de banana com aveia ou qualquer outro lanchinho.

Veja, não é um cardápio a ser seguido, mas se você não gosta de comida integral e nem pode ir a uma nutricionista, reduza a quantidade a esses limites. Tente usar metade integral/desnatado e metade padrão, até você ir se acostumando e consiga substituir 100%. Não caia na onda dessas dietas “milagrosas”. É uma furada. Coma o que sempre quis comer, mas coma o que é necessário. Aí você vai emagrecer.

Fico por aqui e que não nos reste gordura localizada. 

Dieta ou Regime, e agora?

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O seu objetivo, antes de tudo, deve ser qualidade de vida

É comum as pessoas usarem os termos “estou de dieta” ou “estou de regime”. Mas o que, de fato, significa uma coisa e outra? Fomos investigar e descobrimos que há diferença semântica bastante significativa entre os dois termos.

Porém, antes de chegar a ela, e isso tratarei em outra postagem, independente do seu objetivo, alimentar-se deve ser prazeroso. E por isso trouxe a imagem acima. Desmitificar essa sensação de “dor” é o primeiro caminho para que os resultados sejam visíveis e não se tornem passageiros.

Fechado o parêntese, voltemos a diferença semântica entre Dieta e Regime.

Dieta:

“Trata-se de uma mudança nos hábitos alimentares, que ensina um modo de se alimentar corretamente e de acordo com as necessidades do corpo. Dietas alimentares levam em conta múltiplos fatores e visam uma alimentação mais balanceada para a pessoa. Os resultados podem ir desde a perda de peso até mesmo ao controle de diabetes ou pressão alta. Dietas também podem ser feitas para ganho de peso, dependendo do caso”. (Fonte: Master Health)

Isso quer dizer que dieta é a adoção de um estilo de vida e que não tem objetivos a curto prazo. Mas a melhoria da saúde. Por exemplo, um diabético não faz regime, ele tem uma dieta específica que compreende o seu hábito de vida, menos doce, fritura, massa e etc.

Regime: 

Já o regime consiste em uma restrição através da qual se persegue um resultado em curto prazo e nem sempre se leva em conta a saúde do corpo. O regime restringe a ingestão de diversos alimentos, visando perda de peso rápida. Depois de um período de tempo, entretanto, pode ocasionar o famoso efeito sanfona, no qual a pessoa recupera o peso perdido e pode ganhar até mais. Restringir o consumo de determinadas substâncias presentes nos alimentos pode levar a graves problemas de saúde, como a anemia.

Esse deve ser o nosso objetivo. Os resultados são consequência.

Ficou claro? Regime nunca funciona e, no geral, acaba sendo restrição drástica, dolorosa e que não se tornará um hábito. É preciso compreender que essas promessas de perda de peso, milhões deles em uma semana, a famosa dieta do chá, da sopa, da água, seja lá o que for, nos deixa fracos e mau humorados. Quando o corpo pede um alimento, corremos para um fastfood, depois ficamos com senso de culpa e desregula tudo. Por isso, fuja dos regimes e das promessas de perda de peso rápido. A vida é longa e a mudança de hábito deve ser para uma dieta que nos faça melhor, nos torne melhor e a perda de peso e etc se tornem secundárias. Pois o resultado virá, mas o melhor deles é compreender que você tem feito a opção pela sua saúde, para viver melhor. Com essa mentalidade, você um dia ou outro poderá comer uma fatia de bolo que você tanto ama, ir àquele happyhour, tudo sem exagero, com moderação e equilíbrio. E o principal: comendo bem e vivendo melhor.

Fico por aqui. Até mais e que não nos reste gordura localizada.